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	<title>Even me. . .</title>
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	<description>some things about some things.</description>
	<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:50:00 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Automatizando a bridge no VirtualBox</title>
		<link>http://even.archlinux-br.org/blog/automatizando-a-bridge-no-virtualbox</link>
		<comments>http://even.archlinux-br.org/blog/automatizando-a-bridge-no-virtualbox#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kessia Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[linux]]></category>

		<category><![CDATA[network]]></category>

		<category><![CDATA[scripts]]></category>

		<category><![CDATA[bash]]></category>

		<category><![CDATA[script]]></category>

		<category><![CDATA[virtualbox]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo eu escrevi um post sobre configurações de rede no VirtualBox. Bem, para que meu host tivesse contato com a guest preciso de uma conexão do tipo Host Interface (ou bridge). Mas fazer bridge no VB é muito sofrido e eu sempre acabava procurando o artigo de novo pra me lembrar dos comandos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo eu escrevi um post sobre <a href="http://even.archlinux-br.org/blog/virtualbox-configuracoes-de-rede">configurações de rede no VirtualBox</a>. Bem, para que meu host tivesse contato com a guest preciso de uma conexão do tipo Host Interface (ou bridge). Mas fazer bridge no VB é muito sofrido e eu sempre acabava procurando o artigo de novo pra me lembrar dos comandos. </p>
<p>Fui brincar de automatizar o processo. Fazer all-in-one é o melhor para quem quer administrar alguma coisa. Daí eu pensei: &#8220;porque não levantar a VM sem precisar da interface gráfica?&#8221;. É o chamado modo HeadLess, em que você faz tudo sem depender da interface (como o VMware Server). Então resolvi fazer o script e deixar arrumadinho. Então, baixei o script aqui: <a href='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/07/bridge_virtualbox'>bridge_virtualbox</a>.</p>
<p>Bem, o que o script faz é basicamente tudo o que o outro <a href="http://even.archlinux-br.org/blog/virtualbox-configuracoes-de-rede">post</a> faz e mais levantar a VM que foi chamada.</p>
<p>Um comando fala mais que mil palavras:</p>
<p class="code">
$ bridge_virtualbox -h<br />
Make the host IFACE network up.<br />
Turn on the [tun] module and get up the virtual [tap0] interface.<br />
Makes a bridge with fisical and the virtual  network adapter.</p>
<p>Usage:  bridge_virtualbox <machine><br />
bridge_virtualbox &#8211;help</p>
<p>List of disponible Virtual Machines:<br />
	1. archlinux<br />
	2. arch_new
</p>
<p>That&#8217;s all folks!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ué, qual é a senha mesmo?</title>
		<link>http://even.archlinux-br.org/blog/qual-e-a-senha-mesmo</link>
		<comments>http://even.archlinux-br.org/blog/qual-e-a-senha-mesmo#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kessia Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[code]]></category>

		<category><![CDATA[linux]]></category>

		<category><![CDATA[scripts]]></category>

		<category><![CDATA[bash]]></category>

		<category><![CDATA[passwords]]></category>

		<category><![CDATA[security]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem nunca fez essa pergunta é porque:

tem muita boa memória, daquelas que faz contas de 15 dígitos de cabeça em 10s.
anota tudo num papel (ou parede, mesa, qualquer coisa riscável), até a senha do banco, e fica pescando.
joga tudo num .txt e fica pescando.

Qual já fez tem as seguintes saídas:

acaba lembrando depois da 5ª tentativa.
desiste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca fez essa pergunta é porque:</p>
<ol>
<li>tem muita boa memória, daquelas que faz contas de 15 dígitos de cabeça em 10s.</li>
<li>anota tudo num papel (ou parede, mesa, qualquer coisa riscável), até a senha do banco, e fica pescando.</li>
<li>joga tudo num .txt e fica pescando.</li>
</ol>
<p>Qual já fez tem as seguintes saídas:</p>
<ol>
<li>acaba lembrando depois da 5ª tentativa.</li>
<li>desiste e tenta depois de 2 dias e acaba lembrando.</li>
<li>desiste e assume que esqueceu mesmo, só depois de 20 tentativas, e pede pro admin resetar a senha.</li>
</ol>
<p>Para quem nunca fez a pergunta (exceto quem tem excelente memória) tem sérios problemas. Primeiro de segurança. Quem nunca viu no banco: &#8220;Não anote sua senha num papel.&#8221;? Poisé, eu gosto de pensar que se eu tenho idéia de onde achar algo relevante sobre mim mesma, alguém também poderá descobrir também. </p>
<p>Nem papel, nem .txt puro. O que descobri depois de muitas vezes pertubar meu amigo <a href="hdoria.archlinux-br.org">Hugo Dória</a> foi que eu precisava de um programa que gerenciasse minhas senhas. Bem, juro que tentei o Kwallet e o Revelation. Mas, sh**, interface gráfica não ajudou muito, só fez depender do mouse para&#8230; tudo! Então, na minha busca por uma wallet perfeita descobri que o <a href="http://www.linux.com/articles/114238">Linux.com</a> tinha feito um &#8220;How-to&#8221; de um wallet em linha de comando. Mas&#8230; &#8220;eu tenho que digitar muita coisa, não vou lembrar disso!&#8221;.</p>
<p>Daí encontrei aquilo que eu procurava (ainda tem umas frescuras, mas vá lá): um <a href="http://mbrisby.blogspot.com/2007/07/gpg-based-password-wallet.html">Wallet com GPG</a> feito em Shell Script! Wow! Vamos lá, testar.</p>
<p>Dependências: dialog, vim e gpg.</p>
<p>Baixe o script aqui: <a href='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/07/wallet'>wallet</a>.</p>
<p>Sugiro colocar em algum lugar na home e adicionar o diretório no $PATH (lembre de adicionar no seu ~/.bashrc) .</p>
<p class="code">
$ mkdir ~/bin<br />
$ cd ~/bin<br />
$ wget http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/07/wallet<br />
$ chmod 700 wallet<br />
$ export PATH=$PATH:~/bin
</p>
<p>Depois tem que criar o arquivo de configuração dizendo onde o wallet irá salvar suas senhas:</p>
<p class="code">
$ echo &#8220;PASSWD_LIST=~/path/to/your/password/file&#8221; > ~/.walletrc
</p>
<p>Pronto! Agora para editar sua wallet:</p>
<p class="code">
$ wallet -e
</p>
<p>E para visualizar a wallet:</p>
<p class="code">
$ wallet
</p>
<p>It&#8217;s amazing!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Linux em ambientes corporativos</title>
		<link>http://even.archlinux-br.org/blog/linux-em-ambientes-corporativos</link>
		<comments>http://even.archlinux-br.org/blog/linux-em-ambientes-corporativos#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 May 2008 20:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kessia Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[linux]]></category>

		<category><![CDATA[cups]]></category>

		<category><![CDATA[integração]]></category>

		<category><![CDATA[kerberos]]></category>

		<category><![CDATA[ldap]]></category>

		<category><![CDATA[samba]]></category>

		<category><![CDATA[windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de muito tempo batendo cabeça, resolvi levantar as questões problemática na adoção do GNU/Linux em ambientes mistos corporativos. 
Tudo começou quando eu ainda não precisava integrar sistemas operacionais diferentes, quando meus conceitos de SO ainda eram muito verdes. Por alguns motivos, acabei tendendo para a área de administração de redes. Comecei com uma rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muito tempo batendo cabeça, resolvi levantar as questões problemática na adoção do GNU/Linux em ambientes mistos corporativos. </p>
<p>Tudo começou quando eu ainda não precisava integrar sistemas operacionais diferentes, quando meus conceitos de SO ainda eram muito verdes. Por alguns motivos, acabei tendendo para a área de administração de redes. Comecei com uma rede pequena e com gestão centralizada, eu ainda não sabia, mas já existiam problemas de controle que passavam desapercebidos na minha falta de experiência.  Numa rede maior, percebi o que poderia deixar ou não um ambiente organizado.<br />
<span id="more-35"></span></p>
<p>Consideremos a verdade. A verdade é que a maioria das empresas/instituições com redes grandes possuem a maior parte de seus servidores e desktop&#8217;s com o sistema operacional de Redmond. Nada além da verdade. Mas muitos usuários conhecem o tal de Linux, alguns se aprofundam bastante nele, outros tornam-se maravilhados usuários. Daí, deste jato de disseminação de informações, surge: </p>
<blockquote><p>&#8220;Podemos colocar o Linux na nossa rede também?&#8221;</p></blockquote>
<p>Em servidores, muitos utilizam o Linux para alguns software&#8217;s, seja um servidor Web, SQL, FTP etc. O Apache tem uma grande fatia do mercado, o MySQL é muito usado pelos desenvolvedores, e estes são independentes do sistema operacional. Utilizar Linux nos servidores é apenas agregar um novo serviço à rede existente, é trivial.</p>
<p>Agora partimos para os desktop&#8217;s. Vamos à mais uma frase célebre de usuário: </p>
<blockquote><p>&#8220;Posso fazer tudo o que faço no Windows no Linux?&#8221;</p></blockquote>
<p>Acho que a primeira resposta é: &#8220;<b>Tudo o que?</b>&#8220;. O &#8220;tudo&#8221; que o usuário diz quer dizer: logar com o usuário da rede, utilizar a máquina sem problemas, acessar os compartilhamentos, imprimir na impressora do setor, ter perfil importado, os arquivos guardados e seguros, poder acessar seu e-mail, organizar a equipe, produzir apresentações, ler os memorandos etc. Ok, ok! Já entendemos! &#8220;<i>Sua solicitação será passada para o setor responsável para avaliar as possibilidades.</i>&#8221;</p>
<p>No setor responsável, geralmente o suporte à rede, alguém ficará responsável por pesquisar, documentar, testar, documentar, projetar, documentar, dimensionar, documentar, implementar o piloto, documentar, apresentar a solução e ainda documentar todo o processo. Vamos por partes. O que precisamos primeiro? Saber sobre o ambiente.</p>
<p>Irei mostrar um ambiente comum, que pode ser visto em qualquer empresa, grande ou pequena. Basicamente o que se encontra: Active Directory (AD). Pronto! Já sabemos quase tudo. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Active_Directory">O que é o AD?</a></p>
<p>Bem, agora que já sabemos o que é o AD e como ele funciona, podemos checar como fazer o que o usuário pediu, TUDO. Basicamente temos várias soluções documentadas (!) sobre como integrar o ambiente Linux, através do PAM, com o AD. Dica: existe um software, chamado Kerberos, é ele quem faz a mágica. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kerberos">O que é o Kerberos?</a></p>
<p>O que primeiro precisamos fazer é: Utilizar o método LDAP para autenticar os usuários e um módulo do PAM com Kerberos. Não vou abordar o &#8220;como fazer&#8221;, mas sim &#8220;o que acontece&#8221;. Acontece basicamente que o Linux, ao tentar autenticar um usuário, vai buscar na base LDAP, no caso o Active Directory, e gera um ticket Kerberos se a busca retornar sucesso. Kerberos é uma tecnologia e tanto, ajuda pra caramba quando se trata de integração, infelizmente veremos os problemas.</p>
<p>Ok, usuário logando no domínio, agora qualquer um que tenha um shell válido nos seus atributos poderá logar na nossa máquina Linux. Ponto pro pinguim! Agora vamos às tarefas do dia-a-dia. Vamos acessar os compartilhamentos de rede dos servidores. O <a href="www.samba.org/">Samba</a> + Kerberos (olha ele de novo) dá conta do recado, acessando facilmente os compartilhamentos, sem precisar inserir uma nova senha (utilizando o ticket gerado no início da sessão para gerar outro). Ok, agora vamos montar os compartilhamentos na Home do usuário? O <a href="http://pam-mount.sourceforge.net">pam_mount</a> veio para resolver seus problemas! Ele é capaz de conversar em várias línguas, inclusive a do Samba. Tarefa cumprida. Agora o usuário não está tão ilhado assim. . .</p>
<p>Próximos passo? Imprimir usando o usuário de rede na impressora do setor. Porque usar autenticação? Basicamente para desperdiçar uma folha de papel com a folha de rosto, mas isto nos dá capacidade de administrar quota e controlar/monitorar o que o usuário imprime, além de facilitar a vida de quem vai separar as impressões. . . Opa! Primeiro problema à vista. O <a href="www.cups.org">Cups</a> não suporta Kerberos remoto! Ó não! E agora, quem poderá nos defender?!<br />
. . .<br />
Ninguém responde. Não há (até hoje, 19 de maio) forma de fazer esta parte da integração. A solução que encontrei é péssima para o ambiente, péssima para a segurança e pior ainda para o administrador. A solução? Criar um usuário genérico, digamos linuxprinter, com senha divulgada e configura-lo para a impressão no Cups. A coisa fica mais ou menos assim na configuração: smb://linuxprinter:senha@servidor/impressora . Surpresa? O Cups armazena esta linha em texto claro no arquivo /etc/cups/printers.conf. Convenhamos que ter um usuário com permissões irrestritas tendo sua senha armazenada na máquina em texto claro é insanidade. . . O que fazer? Nada. Sentar e documentar. O pingüim perde seu primeiro ponto.</p>
<p>Ok, armengado, mas conseguimos utilizar a impressão. Agora o usuário quer manter seu papel de parede em qualquer máquina que ele logar. Sei que é frescura, mas e daí?, ele quer. . . Poderíamos colocar um servidor Samba para hospedar os Home&#8217;s do usuário, pô, massa!. Peraí! Já existe um controlador de perfil. O AD. . . Agora ferrou, o Samba não sabe conversar sobre esse tipo de coisa com o AD. Então, bem, o usuário fica sem o papel de parede dele. Pra mim não tem diferença alguma! Pingüim perde o segundo ponto. Empate.</p>
<p>As tarefas do dia-a-dia são facilmente substituíveis pelos aplicativos Linux. Tá, o <a href="www.broffice.org/">OpenOffice</a> não faz maravilhas, não abriu &#8220;aquela&#8221; planilha que era pra ontem. Mas para a maioria funciona. O <a href="http://br.mozdev.org/thunderbird/">Thunderbird</a> ou <a href="http://www.gnome.org/projects/evolution/">Evolution</a> ou <a href="http://kontact.kde.org/korganizer/">Korganizer</a> são ótimas suítes organizacionais. Dá pra fazer quase tudo que os aplicativos do MS Office fazem. Meio ponto pro pingüim. Porque meio ponto? Porque eu disse &#8220;quase&#8221;. Já basta.</p>
<p>Caímos no ambiente. Ah, as frescuras de cada um. Consegue-se um ambiente parecidíssimo com o SO de Redmond facilmente (ou com certa dificuldade), o <a href="http://www.famelix.com.br/">Famelix</a> que o diga. Em pouco tempo estarão todos acostumados e meio íntimos. Ponto pro pingüim. =)</p>
<p>Ok, depois de tudo isso posso dizer que a solução funciona? Que pode ser adotada? Não. Sempre haverão pequenas coisas que não podem ser integradas. Sempre haverão problemas com a solução. Sempre teremos o usuário reclamando que a impressão dele sai com o mesmo nome do vizinho e então a cota estourou. </p>
<p>Conclusão? Depois de mais de um ano trabalhando com integração de desktop&#8217;s Linux num ambiente corporativo misto, posso dizer: &#8220;O Linux ainda não está 100% para este tipo de ambiente&#8221;.</p>
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		</item>
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		<title>Balanço pós FISL</title>
		<link>http://even.archlinux-br.org/blog/balanco-pos-fisl</link>
		<comments>http://even.archlinux-br.org/blog/balanco-pos-fisl#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 May 2008 03:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kessia Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[fisl]]></category>

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		<description><![CDATA[Atrasada, eu sei&#8230; Devido à uma tendinite aguda, não ude escrever antes sobre o FISL.
O evento foi muito bom, muito mesmo. Foi excelente encontrar amigos nunca visto, fazer outras amizades, até mesmo reclamar da pior pizza do mundo em POA. Comprei o livro de Shell Avançado do Aurélio. Palestrei junto com o Hugo e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atrasada, eu sei&#8230; Devido à uma tendinite aguda, não ude escrever antes sobre o FISL.</p>
<p>O evento foi muito bom, muito mesmo. Foi excel</a>ente encontrar amigos nunca visto, fazer outras amizades, até mesmo reclamar da pior pizza do mundo em POA. <a href="http://picasaweb.google.com/kessiapinheiro/Fisl/photo#5191849728760224802">Comprei</a> o livro de Shell Avançado do <a href="http://aurelio.net">Aurélio</a>. Palestrei junto com o <a href="http://hdoria.archlinux-br.org">Hugo</a> e o Douglas. Dei muita risada com a galera no hotel. Três dias de FISL deixaram o gosto de &#8220;próximo ano eu venho de novo&#8221;! Sério, ano que vem eu venho junto com a maior galera possível! Que a Varig ajude de novo! =D</p>
<p>Dei uma esticada em <a href="http://picasaweb.google.com/kessiapinheiro/Gramado">Gramado e Canela</a> quem ninguém é de ferro. Valeu muito a pena esticar a estada no Sul por mais 3 dias. Amei a cidade, amei tudo! <img src='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
Morri de cansaço na viagem de volta (quase que não volto), de 7 de matina no busu de Gramado-POA até 18h aterrissando em Salvador.</p>
<p>Antes do FISL eu estava com aquele sentimento de &#8220;vazio&#8221; misturado com falta de vontade de fazer as coisas que eu deveria. Acho que isso ficou vencido com o descanso/cansaço que eu não tinha fazia muitos anos. . . Acho que agora tenho algumas metas melhor traçadas e projetos a serem cumpridos como objetivos (depois eu falo sobre isso). Agora é cuidar da ***** da tendinite que está me matando de dor (estou fazendo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reeduca%C3%A7%C3%A3o_postural_global">RPG</a> com minha irmã).</p>
<p>Ano que vem tem mais, com certeza.</p>
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		<item>
		<title>FISL, daily 1</title>
		<link>http://even.archlinux-br.org/blog/fisl-daily-1</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 15:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kessia Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[archlinux]]></category>

		<category><![CDATA[fisl]]></category>

		<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Em POA desde dia 16, só agora consegui tempo e internet descente pra postar alguma coisa. A chegada aqui foi tranquila, vôo atrasado, mas tudo bem. Ainda bem conhecemos muito a cidade, mas nem fez tanto frio como disseram pra assustar a gente. . .! 
A chegada ao evento teve muita fila pro credenciamento, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em POA desde dia 16, só agora consegui tempo e internet descente pra postar alguma coisa. A chegada aqui foi tranquila, vôo atrasado, mas tudo bem. Ainda bem conhecemos muito a cidade, mas nem fez tanto frio como disseram pra assustar a gente. . .! </p>
<p>A chegada ao evento teve muita fila pro credenciamento, mas eles liberaram a entrada até a tarde. Ok, mas depois a fila não diminuiu muito. Ouvi que o sistema tinha caído e eles estavam fazendo tudo manual. Tão manual que meu nome não saiu nas etiquetas e foi escrito à mão. =D</p>
<p>Bem, tudo muito cheio, todo mundo querendo saber o que tinha nos estandes. O estande do Google, como sempre, estava o tempo todo (até as 20h pelo menos) entupido. Motivo? Eles trocando currículos (em inglês) por camisetas. Além de sortearem um Ipod. . . Claro que coloquei meu nome, mas nem sei se já teve o sorteio. . . </p>
<p><a href='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/04/s5030525.jpg'><img src="http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/04/s5030525-300x225.jpg" alt="" title="Estande do Google" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-30" /></a></p>
<p>Achei interessante (ou estranho) o stand da Globo.com. O que tem lá?! Um Wii e um Xbox 360. . . Só isso. <img src='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Também teve uma participação massa do Colégio Marista com vários projetos relacionados à robótica. Como o robozinho que serve água por sensor, anda e fala por controle remoto!</p>
<p><a href='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/04/s50305391.jpg'><img src="http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/04/s50305391-225x300.jpg" alt="" title="Quem quer água!?" width="225" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-32" /></a></p>
<p>Bem, também já nos apoderamos de um pedaço de um espaço pra grupos de usuários com uma bela placa: &#8220;Archlinux-Br&#8221;. Agora já temos até espaço, o próximo será o stand aqui atrás, que já teve cadeiras discretamente emprestadas. . .</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Rumo ao FISL!</title>
		<link>http://even.archlinux-br.org/blog/rumo-ao-fisl</link>
		<comments>http://even.archlinux-br.org/blog/rumo-ao-fisl#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 00:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kessia Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[linux]]></category>

		<category><![CDATA[fisl]]></category>

		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da loucura da Varig vendendo passagens à R$ 48,00, comprei na hora a minha e de Nilo pra Porto Alegre! Vamos dia 16 e voltamos 23 de Abril. Ficaremos no Hotel Rishon. Nós e um monte de gente. 
Irei cobrir o que puder aqui no blog e também pro meu amigo Renê Fraga do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da loucura da <a href="http://www.varig.com.br">Varig</a> vendendo passagens à R$ 48,00, comprei na hora a minha e de Nilo pra Porto Alegre! Vamos dia 16 e voltamos 23 de Abril. Ficaremos no <a href="http://www.hoteisrishon.com.br">Hotel Rishon</a>. Nós e um monte de gente. </p>
<p>Irei cobrir o que puder aqui no blog e também pro meu amigo Renê Fraga do <a href="http://googlediscovery.com/2008/04/12/google-discovery-estara-presente-no-fisl90-forum-internacional-software-livre/">Google Discovery</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Automatizando o Paste do ArchLinux Brasil</title>
		<link>http://even.archlinux-br.org/blog/automatizando-o-paste-do-archlinux-brasil</link>
		<comments>http://even.archlinux-br.org/blog/automatizando-o-paste-do-archlinux-brasil#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 03:48:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kessia Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[archlinux]]></category>

		<category><![CDATA[code]]></category>

		<category><![CDATA[python]]></category>

		<category><![CDATA[paste]]></category>

		<category><![CDATA[pastebin]]></category>

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		<description><![CDATA[Hello people!
Faz uns dias que eu estou pra escrever sobre isso, mas sempre tem um contratempo.
Bem, me encheram tanto a paciência, dizendo que o Paste do ArchLinux Brasil não tinha um script tipo o nopaste que eu resolvi fazer um. Foi adaptado do pastebinit do Stephane Graber. Na verdade aproveitei umas funções para poder criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hello people!</p>
<p>Faz uns dias que eu estou pra escrever sobre isso, mas sempre tem um contratempo.</p>
<p>Bem, me encheram tanto a paciência, dizendo que o <a href="http://paste.archlinux-br.org">Paste do ArchLinux Brasil</a> não tinha um script tipo o nopaste que eu resolvi fazer um. Foi adaptado do <a href="http://www.stgraber.org/category/pastebinit">pastebinit</a> do Stephane Graber. Na verdade aproveitei umas funções para poder criar o nosso, já que Python eu entendo e queria mexer mais um pouco. </p>
<p>Bem, você pode baixar em: <a href="http://paste.archlinux-br.org/downloads/archpaste.tar.gz">archpaste.tar.gz</a>.<br />
Para usar, é só descompactar, renomear para archpaste, dar permissão de execução e jogar no /usr/bin. Depois é só usar:</p>
<p class="code">
$ archpaste -h
</p>
<pre>
archpaste v0.1
Arguments:
	-f < filename > (or pipe the text)
Optional arguments:
	-u < user:defaults to system username >
	-t < type of paste:default is text only >
	-d < description of the contents:default is 'using archpaste' >
	-s < subject:default is 'Untitled' >
	-h < this help >
</pre>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://even.archlinux-br.org/blog/automatizando-o-paste-do-archlinux-brasil/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>VivoZap com modem usb Aiko 76e no Linux</title>
		<link>http://even.archlinux-br.org/blog/vivozap-com-modem-usb-aiko-76e-no-linux</link>
		<comments>http://even.archlinux-br.org/blog/vivozap-com-modem-usb-aiko-76e-no-linux#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 04:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kessia Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[linux]]></category>

		<category><![CDATA[network]]></category>

		<category><![CDATA[tutoriais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://even.archlinux-br.org/blog/vivozap-com-modem-usb-aiko-76e-no-linux</guid>
		<description><![CDATA[Finalmente, depois de muitos atendentes da Oi e problemas com muitas outras coisas, consegui ter internet. Internet para onde eu quiser levar! Um modem USB portátil da Vivo. Peguei o plano Vivo Flash ilimitado por R$ 99,00 (sei que o título diz VivoZap. . .). O detalhe: a Yiso não tem mais aqueles deskmodem&#8217;s feios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente, depois de muitos atendentes da Oi e problemas com muitas outras coisas, consegui ter internet. Internet para onde eu quiser levar! Um modem USB portátil da Vivo. Peguei o plano Vivo Flash ilimitado por R$ 99,00 (sei que o título diz VivoZap. . .). O detalhe: a Yiso não tem mais aqueles deskmodem&#8217;s feios e gigantes, então eles estão dando o mesmo modem que dão ao pessoal do VivoZap (mesmo serviço por R$ 139,00 !!!). Então peguei um Aiko 76E por R$ 10,00 (desde que fique 12 meses com a Vivo).</p>
<p><img src='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/03/aiko.jpg' alt='Aiko 76E' /></p>
<p>Chego em casa, plugo o bichinho e funciona! . . . no Windows. Não é uma maravilha, até porque aqui em casa celular pega uma porcaria, mas fiquei pasmem quando pegou sem falhas no meu quarto! Explico: meu quarto é ponto cego para qualquer operadora, celular nem sequer toca se tiver lá dentro! Bem, depois de usar bastante (velocidades melhores que discada e sem instabilidade), fui tentar no Linux. Tentei tudo que era tutorial que achei pro bichinho e nada de funcionar! Tentei configurar algo no /etc/ppp/peers/, tentei usar o KPPP (que travava a máquina completamente quando tentava matar o daemon pppd). Até que fui tentar o gnome-ppp e. . . funcionou! Incrível como funcionou de prima! Então vi que ele gera um arquivo ~/.wvdial.conf para discar. Foi só copiar para /etc/wvdial.conf, assim como o arquivo /etc/ppp/pap-secrets e voalááááá! </p>
<p>Abaixo está a configuração do wvdial.conf usada:</p>
<p class="information">
[Dialer Defaults]<br />
Modem = /dev/ttyUSB0<br />
ISDN = off<br />
Modem Type = USB Modem<br />
Baud = 460800<br />
Init = ATX3<br />
Init2 = ATQ0 V1 E1 S0=0 &#038;C1 &#038;D2 +FCLASS=0<br />
Phone = #777<br />
Dial Attempts = 1<br />
Dial Command = ATM0L0DT<br />
Ask Password = off<br />
Password = vivor
</p>
<p>A configuração do /etc/ppp/pap-secrets:</p>
<p class="information">
[seu numero]\@vivozap\.com\.br    *       vivo
</p>
<p>Também criei um pequeno script para levantar o módulo corretamente, assim como criar o device /dev/ppp, se você parar a conexão ou ela cair, desplugue o modem e replugue, depois execute o script abaixo:</p>
<p class="code">
#!/bin/bash<br />
modprobe -r usbserial<br />
modprobe usbserial vendor=0&#215;19d2 product=0xfffe<br />
if [ ! -e /dev/ppp ]; then<br />
        echo &#8220;criando /dev/ppp&#8221;<br />
        mknod /dev/ppp c 108 0<br />
fi<br />
echo &#8220;device pronto!&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://even.archlinux-br.org/blog/vivozap-com-modem-usb-aiko-76e-no-linux/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>VirtualBox, configurações de rede</title>
		<link>http://even.archlinux-br.org/blog/virtualbox-configuracoes-de-rede</link>
		<comments>http://even.archlinux-br.org/blog/virtualbox-configuracoes-de-rede#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 21:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kessia Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[archlinux]]></category>

		<category><![CDATA[network]]></category>

		<category><![CDATA[virtualbox]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://even.archlinux-br.org/blog/virtualbox-configuracoes-de-rede</guid>
		<description><![CDATA[Aproveitando o gancho do Hugo Dória com o Instalando o virtualbox no Arch Linux, vamos à parte chata boa. 
Começando pela configuração de rede, que depende do que você deseja para sua guest machine. O vbox disponibiliza 3 tipos: Network Address Translation (NAT), Host Inferface (bridge) e Internal Networking (bridge seguro).

Network Address Translation [NAT]
O modo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando o gancho do <a href="http://hdoria.archlinux-br.org/blog/">Hugo Dória</a> com o <a href="http://hdoria.archlinux-br.org/blog/2008/02/23/instalando-o-virtualbox-no-arch-linux/">Instalando o virtualbox no Arch Linux</a>, vamos à parte <strike>chata</strike> boa. </p>
<p>Começando pela configuração de rede, que depende do que você deseja para sua guest machine. O vbox disponibiliza 3 tipos: Network Address Translation (NAT), Host Inferface (bridge) e Internal Networking (bridge seguro).</p>
<p><span id="more-19"></span></p>
<h2><strong>Network Address Translation [NAT]</strong></h2>
<p>O modo NAT basicamente faz com que o o host (hospedeiro) atue como roteador para as guest&#8217;s (VM - máquinas virtuais), mapeando o tráfico entre a guest e o host (ou a rede externa) de forma transparente, utilizando um socket. Embora o tráfico passe transparente entre as partes, a guest não é visível ou alcançável atrás do NAT (a menos que se faça um port forwarding [redirecionamento de portas]), nem mesmo para o host. </p>
<p>A configuração da interface de rede é completamente diferente da do host. A guest irá assumir se conectar a uma rede 10.0.2.0 na primeira interface (seguindo para 10.0.3.0 e assim por diante nas demais). Para aplicações ou demais máquinas na mesma rede que o host, os acessos serão como provenientes do host.</p>
<p>Abaixo uma ilustração melhor:</p>
<p><a href='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/02/vbox01.png' title='NAT com Virtualbox'><img src='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/02/vbox01.png' alt='NAT com Virtualbox' /></a>
<p/>
<p>Bem, para fazer o port forwarding basta adequar o exemplo abaixo para a porta que você deseja (aqui para acesso ssh):</p>
<p class="code">
VBoxManage setextradata &#8220;Linux Guest&#8221;<br />
        &#8220;VBoxInternal/Devices/pcnet/0/LUN#0/Config/guestssh/Protocol&#8221; TCP<br />
VBoxManage setextradata &#8220;Linux Guest&#8221;<br />
        &#8220;VBoxInternal/Devices/pcnet/0/LUN#0/Config/guestssh/GuestPort&#8221; 22<br />
VBoxManage setextradata &#8220;Linux Guest&#8221;<br />
        &#8220;VBoxInternal/Devices/pcnet/0/LUN#0/Config/guestssh/HostPort&#8221; 2222
</p>
<p>Isso também pode ser feito usando iptables, no entanto não cobrirei aqui.</p>
<p><b>Observações</b>: O modo NAT nos dá 2 limitações importantes: encontrar compartilhamentos Windows navegando pela rede (pode ser feito se for acesso direto via nome da máquina ou IP), além de necessitar realizar port forwarding das portas TCP e UDP 135, 137 e 139, e não haverá resposta para <em>ping</em> ao host ou qualquer máquina fora da rede privada. </p>
<h2><strong>Host Inferface [Bridge]</strong></h2>
<p>Usando o modo Host Interface, o vbox criará uma nova interface de rede no host (interface TAP - Virtual Ethernet Network, usado para tunelamento de ethernet), que irá coexistir com as interfaces existentes reais (como eth0). A guest irá utilizar a interface criada para realizar uma ponte (bridge) entre a interface real (eth0) e a virtual (tap0).</p>
<p>Abaixo uma ilustração melhor:<br />
<a href='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/02/vbox02.png' title='Bridge com VirtualBox'><img src='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/02/vbox02.png' alt='Bridge com VirtualBox' /></a></p>
<p>Este processo terá que ser feito manualmente, abaixo especificamente para o ArchLinux:</p>
<p>Instalando os pacotes:</p>
<p class="code">
# pacman -S bridge-utils<br />
# pacman -S uml_utilities
</p>
<p>Carregando o módulo:</p>
<p class="code">
# modprobe tun
</p>
<p>*Você também pode adicionar o módulo <em>tun</em> na linha <em>MODULES=(&#8230;)</em> de seu <em>rc.conf</em>.</p>
<p>Verificando se o device foi criado com sucesso:</p>
<p class="code">
$ file /dev/net/tun<br />
/dev/net/tun: character special (10/200)
</p>
<p>Se a saída for:</p>
<p class="code">
/dev/net/tun: ERROR: cannot open `/dev/net/tun&#8217; (No such file or directory)
</p>
<p>Você deve corrigir isto com:</p>
<p class="code">
# mkdir -p /dev/net<br />
# mknod /dev/net/tun c 10 200
</p>
<p>Incluindo a seguinte linha no arquivo <em>/etc/udev/rules.d/60-vboxdrv.rules</em>:</p>
<p class="information">
KERNEL==&#8221;tun&#8221;, OWNER=&#8221;root&#8221;, GROUP=&#8221;vboxusers&#8221;, MODE=&#8221;0660&#8243;
</p>
<p>Corrigindo permissão na interface:</p>
<p class="code">
# chown root:vboxusers /dev/net/tun<br />
# chmod 0660 /dev/net/tun
</p>
<p>Criando a interface tap0 (substitua username pelo seu usuário):</p>
<p class="code">
# tunctl -b -t tap0 -u <em>username</em>
</p>
<p>Criando a bridge:</p>
<p class="code">
# brctl addbr br0
</p>
<p>Alternando sua interface física para modo &#8220;promíscuo&#8221;, assim irá aceitar as configurações da bridge (substitua eth0 pela sua interface):<br />
*<b>lembre-se de guardar as configurações atuais, caso use ip fixo!!!</b></p>
<p class="code">
# ifconfig eth0 0.0.0.0 promisc
</p>
<p>Adicionando sua interface real à bridge:</p>
<p class="code">
# brctl addif br0 eth0
</p>
<p>Configure a sua rede na bridge:<br />
Usando DHCP (substitua hostname pelo nome da sua máquina):</p>
<p class="code">
# dhcpcd -t 30 -h <em>hostname</em> br0 &#038;
</p>
<p>Ou usando ip fixo, com as mesmas configurações anteriores:</p>
<p class="code">
# ifconfig br0 x.x.x.x netmask x.x.x.x
</p>
<p>Adicionando a interface virtual à bridge:</p>
<p class="code">
# brctl addif br0 tap0
</p>
<p>Levantando a interface virtual:</p>
<p class="code">
# ifconfig tap0 up
</p>
<p>Você também pode configurar a seção de rede do seu <em>rc.conf</em> de acordo com o exemplo abaixo, assim poderá levantar a interface usando o <em>/etc/rc.d/network restart</em>:</p>
<p class="note">
lo=&#8221;lo 127.0.0.1&#8243;<br />
BRIDGE_INTERFACES=(br0)<br />
bridge_br0=(eth0)<br />
br0=&#8221;dhcp&#8221;<br />
eth0=&#8221;eth0 0.0.0.0 promisc&#8221;<br />
INTERFACES=(lo br0 eth0)
</p>
<h2><strong>Internal Networking [Bridge Seguro]</strong></h2>
<p>Internal Networking é similar ao Host Interface, onde a guest se comunica diretamente à rede. No entanto, a rede é limitada à outras VM&#8217;s conectadas à mesma rede interna. O tráfego entre as VM&#8217;s é totalmente invisível ao mundo externo, inclusive o próprio host. Os dados são transferidos diretamente através de operações de cópia direta de memória entre as VM&#8217;s no mesmo hospedeiro.</p>
<p>Este modo é interessante por dois motivos:<br />
Segurança: Todo o tráfego transita através do módulo RO dentro do VirtualBox.<br />
Velocidade: O tráfego é realizado dentro da memória, mas sem repassa-lo à outras camadas. Assim não é necessário entrar na pilha de tráfego de rede do sistema operacional.</p>
<p>Abaixo uma ilustração melhor:<br />
<a href='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/02/vbox03.png' title='Internal Netwoking com VirtualBox'><img src='http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/02/vbox03.png' alt='Internal Netwoking com VirtualBox' /></a></p>
<p>Ao configurar a rede no modo Internal Networking pela interface gráfica do VirtualBox, você não pode modificar o nome da rede interna (o padrão é <em>intnet</em>). Para setar o modo Internal Network via linha de comando use:</p>
<p class="code">
# VBoxManage modifyvm [VM name] -nic[X] intnet
</p>
<p>Opcionalmente você pode setar um nome para sua rede:</p>
<p class="code">
# VBoxManage modifyvm [VM name] intnet[X] [network name]
</p>
<p>Você terá que configurar a interface da VM para utilizar endereço IP estático, pois este modo não suporta servidor DHCP). Estes IP&#8217;s deverão estar na mesma subnet, como: 192.168.2.1, 192.168.2.2, 192.168.2.3 etc. </p>
<p><b>Observações</b>: O modo Internal Networking não há entrada ou saída de tráfego externo, apenas VM&#8217;s conectadas umas às outras numa mesma rede interna. Para ter acesso à internet, é necessário utilizar uma segunda interface utilizando NAT na guest.</p>
<p><em>Isso é tudo pessoal!</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vim&#8217;do com tudo. . .</title>
		<link>http://even.archlinux-br.org/blog/vimdo-com-tudo</link>
		<comments>http://even.archlinux-br.org/blog/vimdo-com-tudo#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Feb 2008 04:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kessia Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[vim]]></category>

		<category><![CDATA[vimrc]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://even.archlinux-br.org/blog/vimdo-com-tudo</guid>
		<description><![CDATA[O início.
Desde o ínicio dos meus tempos de noob em Linux começei a usar o vim. Fui pegando um vimrc do Aurélio e modificando. Mas começei a programar e ver IDE&#8217;s por aí tendo coisas pra caramba, mas usando muita máquina. . . Fui incrementando meu vimrc, pegando coisas ali e outras aqui. Há um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><u>O início.</u></strong><br />
Desde o ínicio dos meus tempos de noob em Linux começei a usar o <a href="http://www.vim.org">vim</a>. Fui pegando um vimrc do <a href="http://aurelio.net/doc/vim/">Aurélio</a> e modificando. Mas começei a programar e ver IDE&#8217;s por aí tendo coisas pra caramba, mas usando muita máquina. . . Fui incrementando meu vimrc, pegando coisas ali e outras aqui. Há um tempinho usava as configurações do <a href="http://amix.dk/blog/viewEntry/162">Amix</a>, muitooo grande, mas extremamente útil (se bem que eu fiz várias modificações para me adequar). Hoje eu queria umas coisas a mais nele, mas queria organizar mais, tirando os excessos. Daí achei um post sobre configuração para usar Vim + Rails no <a href="http://lucumr.pocoo.org/articles/vim-as-development-environment">Lucumr</a>.</p>
<p><span id="more-18"></span><br />
Começei a mesclar os dois rc&#8217;s e fazer algo bem comentado. Tirei plugins, adicionei outros, garimpei configurações até ficar de meu grado. Ficou uma configuração para Ruby (com Rails), Python (com Django), [X]HTML, XML, CSS, Javascript. Ficou algo mais web, mas pretendo adicionar features para C/C++ (como doxygen, cmake etc) logo.</p>
<p>O arquivo pode ser obtido aqui (em breve num svn perto de você):<br />
<a href="http://even.archlinux-br.org/things/coisas/vimrc-0.1.tar.gz">vimrc-0.1.tar.gz</a></p>
<p><strong>**UPDATE</strong>: É necessário ter a Exuberant Ctags, no Arch Linux basta: pacman -S ctags</p>
<p>Para instalar, basta descompactar dentro do seu home. Irá criar um arquivo .vimrc e um diretório .vim. É necessário modificar algumas informações pessoais que existem no .vimrc, tais como nome, site, diretório home etc. É facil, basta procurar por [kK]essia e substituir. </p>
<p><strong><u>Funcionalidades</u></strong><br />
Themes: </p>
<ol>
<li>gui: <a href="http://pocoo.org/~mitsuhiko/fruity.vim">fruity.vim</a></li>
<li>terminal: <a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=760">ps_color.vim</a></li>
</ol>
<p>Syntax:</p>
<ol>
<li><a href="http://even.archlinux-br.org/things/coisas/amido.vim">amido</a> - ToDo</li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/eruby.vim">eruby.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/html.vim">html.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/javascript.vim">javascript.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/mathml.vim">mathml.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/python.vim">python.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/svg.vim">svg.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/svnannotate.vim">svnannotate.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/svnlog.vim">svnlog.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/svn.vim">svn.vim</a></li>
</ol>
<p>Plugins:</p>
<ol>
<li><a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=1318">SnippetsEmu</a></li>
<li><a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=159">minibufexplorer</a></li>
<li><a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=356">dbext</a></li>
<li><a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=1567">rails</a></li>
<li><a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=1624">Pastie</a></li>
<li><a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=69">Project</a></li>
<li><a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=1643">SuperTab continued</a></li>
<li><a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=922">svncommand</a></li>
<li><a href="http://www.vim.org/script.php?script_id=273">TagList</a></li>
<li><a href="http://vim.sourceforge.net/scripts/script.php?script_id=515">python_fold</a></li>
</ol>
<p>Snippets for SnippetsEmu:</p>
<ol>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/css_snippets.vim">css_snippets.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/eruby_snippets.vim">eruby_snippets.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/htmljinja_snippets.vim">htmljinja_snippets.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/javascript_snippets.vim">javascript_snippets.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/python_snippets.vim">python_snippets.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/django_snippets.vim">django_snippets.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/htmldjango_snippets.vim">htmldjango_snippets.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/html_snippets.vim">html_snippets.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/jinja_snippets.vim">jinja_snippets.vim</a></li>
<li><a href="http://pocoo.org/%7Emitsuhiko/ruby_snippets.vim">ruby_snippets.vim</a></li>
</ol>
<p><strong><u>O Futuro</u></strong></p>
<p>Pretendo fazer um pequeno guia de comandos em breve, abrangendo todos atalhos criados, mas por enquanto, é só ler o vimrc que dá pra entender tudo! Todo comentado (em inglês), então, é só colocar a mão na massa! Inté!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://even.archlinux-br.org/blog/vimdo-com-tudo/feed</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
