Category: linux

Há algum tempo eu escrevi um post sobre configurações de rede no VirtualBox. Bem, para que meu host tivesse contato com a guest preciso de uma conexão do tipo Host Interface (ou bridge). Mas fazer bridge no VB é muito sofrido e eu sempre acabava procurando o artigo de novo pra me lembrar dos comandos.

Fui brincar de automatizar o processo. Fazer all-in-one é o melhor para quem quer administrar alguma coisa. Daí eu pensei: “porque não levantar a VM sem precisar da interface gráfica?”. É o chamado modo HeadLess, em que você faz tudo sem depender da interface (como o VMware Server). Então resolvi fazer o script e deixar arrumadinho. Então, baixei o script aqui: bridge_virtualbox.

Bem, o que o script faz é basicamente tudo o que o outro post faz e mais levantar a VM que foi chamada.

Um comando fala mais que mil palavras:

$ bridge_virtualbox -h
Make the host IFACE network up.
Turn on the [tun] module and get up the virtual [tap0] interface.
Makes a bridge with fisical and the virtual network adapter.

Usage: bridge_virtualbox
bridge_virtualbox –help

List of disponible Virtual Machines:
1. archlinux
2. arch_new

That’s all folks!

Quem nunca fez essa pergunta é porque:

  1. tem muita boa memória, daquelas que faz contas de 15 dígitos de cabeça em 10s.
  2. anota tudo num papel (ou parede, mesa, qualquer coisa riscável), até a senha do banco, e fica pescando.
  3. joga tudo num .txt e fica pescando.

Qual já fez tem as seguintes saídas:

  1. acaba lembrando depois da 5ª tentativa.
  2. desiste e tenta depois de 2 dias e acaba lembrando.
  3. desiste e assume que esqueceu mesmo, só depois de 20 tentativas, e pede pro admin resetar a senha.

Para quem nunca fez a pergunta (exceto quem tem excelente memória) tem sérios problemas. Primeiro de segurança. Quem nunca viu no banco: “Não anote sua senha num papel.”? Poisé, eu gosto de pensar que se eu tenho idéia de onde achar algo relevante sobre mim mesma, alguém também poderá descobrir também.

Nem papel, nem .txt puro. O que descobri depois de muitas vezes pertubar meu amigo Hugo Dória foi que eu precisava de um programa que gerenciasse minhas senhas. Bem, juro que tentei o Kwallet e o Revelation. Mas, sh**, interface gráfica não ajudou muito, só fez depender do mouse para… tudo! Então, na minha busca por uma wallet perfeita descobri que o Linux.com tinha feito um “How-to” de um wallet em linha de comando. Mas… “eu tenho que digitar muita coisa, não vou lembrar disso!”.

Daí encontrei aquilo que eu procurava (ainda tem umas frescuras, mas vá lá): um Wallet com GPG feito em Shell Script! Wow! Vamos lá, testar.

Dependências: dialog, vim e gpg.

Baixe o script aqui: wallet.

Sugiro colocar em algum lugar na home e adicionar o diretório no $PATH (lembre de adicionar no seu ~/.bashrc) .

$ mkdir ~/bin
$ cd ~/bin
$ wget http://even.archlinux-br.org/blog/wp-content/uploads/2008/07/wallet
$ chmod 700 wallet
$ export PATH=$PATH:~/bin

Depois tem que criar o arquivo de configuração dizendo onde o wallet irá salvar suas senhas:

$ echo “PASSWD_LIST=~/path/to/your/password/file” > ~/.walletrc

Pronto! Agora para editar sua wallet:

$ wallet -e

E para visualizar a wallet:

$ wallet

It’s amazing!

Depois de muito tempo batendo cabeça, resolvi levantar as questões problemática na adoção do GNU/Linux em ambientes mistos corporativos.

Tudo começou quando eu ainda não precisava integrar sistemas operacionais diferentes, quando meus conceitos de SO ainda eram muito verdes. Por alguns motivos, acabei tendendo para a área de administração de redes. Comecei com uma rede pequena e com gestão centralizada, eu ainda não sabia, mas já existiam problemas de controle que passavam desapercebidos na minha falta de experiência. Numa rede maior, percebi o que poderia deixar ou não um ambiente organizado.
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Atrasada, eu sei… Devido à uma tendinite aguda, não ude escrever antes sobre o FISL.

O evento foi muito bom, muito mesmo. Foi excelente encontrar amigos nunca visto, fazer outras amizades, até mesmo reclamar da pior pizza do mundo em POA. Comprei o livro de Shell Avançado do Aurélio. Palestrei junto com o Hugo e o Douglas. Dei muita risada com a galera no hotel. Três dias de FISL deixaram o gosto de “próximo ano eu venho de novo”! Sério, ano que vem eu venho junto com a maior galera possível! Que a Varig ajude de novo! =D

Dei uma esticada em Gramado e Canela quem ninguém é de ferro. Valeu muito a pena esticar a estada no Sul por mais 3 dias. Amei a cidade, amei tudo! ;)
Morri de cansaço na viagem de volta (quase que não volto), de 7 de matina no busu de Gramado-POA até 18h aterrissando em Salvador.

Antes do FISL eu estava com aquele sentimento de “vazio” misturado com falta de vontade de fazer as coisas que eu deveria. Acho que isso ficou vencido com o descanso/cansaço que eu não tinha fazia muitos anos. . . Acho que agora tenho algumas metas melhor traçadas e projetos a serem cumpridos como objetivos (depois eu falo sobre isso). Agora é cuidar da ***** da tendinite que está me matando de dor (estou fazendo RPG com minha irmã).

Ano que vem tem mais, com certeza.

Em POA desde dia 16, só agora consegui tempo e internet descente pra postar alguma coisa. A chegada aqui foi tranquila, vôo atrasado, mas tudo bem. Ainda bem conhecemos muito a cidade, mas nem fez tanto frio como disseram pra assustar a gente. . .!

A chegada ao evento teve muita fila pro credenciamento, mas eles liberaram a entrada até a tarde. Ok, mas depois a fila não diminuiu muito. Ouvi que o sistema tinha caído e eles estavam fazendo tudo manual. Tão manual que meu nome não saiu nas etiquetas e foi escrito à mão. =D

Bem, tudo muito cheio, todo mundo querendo saber o que tinha nos estandes. O estande do Google, como sempre, estava o tempo todo (até as 20h pelo menos) entupido. Motivo? Eles trocando currículos (em inglês) por camisetas. Além de sortearem um Ipod. . . Claro que coloquei meu nome, mas nem sei se já teve o sorteio. . .

Achei interessante (ou estranho) o stand da Globo.com. O que tem lá?! Um Wii e um Xbox 360. . . Só isso. :)

Também teve uma participação massa do Colégio Marista com vários projetos relacionados à robótica. Como o robozinho que serve água por sensor, anda e fala por controle remoto!

Bem, também já nos apoderamos de um pedaço de um espaço pra grupos de usuários com uma bela placa: “Archlinux-Br”. Agora já temos até espaço, o próximo será o stand aqui atrás, que já teve cadeiras discretamente emprestadas. . .